Pelo acordo firmado quase na madrugada do dia da convenção do PPS, 30 de junho passado, com as principais lideranças do PSDB, PDT, PSB e PCdoB, Paulo Matos seria mantido no cargo de secretário de Orçamento Participativo de São Luís.
Naquela noite, Flávio Dino ameaçou não disputar o cargo de governador para se candidatar à reeleição de deputado federal, em caso do PPS ficasse na coligação com O PDT e PSDB.
O ex-governador José Reinaldo Tavares, agora candidato a senador, também abriria mão para se candidatar a deputado federal pelos mesmos motivos alegados por Flávio Dino.
Para possibilitar o segundo turno, a oposição precisaria de dois candidatos de peso, como Jackson Lago e Flávio Dino. Daí, então, PDT e PSDB decidiram pela liberação do PPS, que acabou de coligando com o PCdoB e PSB.
Na terça-feira, porém, Paulo Matos foi exonerado e o acordo restou quebrado. Como a oposição adoro brigar entre sí e não cumprir acordos.
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12/07/2010 às 20:08
Meu caro, há contradições insanáveis na informação. O PSDB e o PDT decidiram liberar o PPS para coligar com o PSB e PCdoB. Aí Paulo Matos foi exonerado e o acordo resultou quebrado. Ora, quebrado o acordo o PPS não iria se coligar com o PCdoB e PSB. Há alguma coisa errada na informação.