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Exoneração de Paulo Matos não estava programada

Política
 

Pelo acordo firmado quase na madrugada do dia da convenção do PPS, 30 de junho passado, com as principais lideranças do PSDB, PDT, PSB e PCdoB, Paulo Matos seria mantido no cargo de secretário de Orçamento Participativo de São Luís.

Naquela noite, Flávio Dino ameaçou não disputar o cargo de governador para se candidatar à reeleição de deputado federal, em caso do PPS ficasse na coligação com O PDT e PSDB.

O ex-governador José Reinaldo Tavares, agora candidato a senador, também abriria mão para se candidatar a deputado federal pelos mesmos motivos alegados por Flávio Dino.

Para possibilitar o segundo turno, a oposição precisaria de dois candidatos de peso, como Jackson Lago e Flávio Dino. Daí, então, PDT e PSDB decidiram pela liberação do PPS, que acabou de coligando com o PCdoB e PSB.

Na terça-feira, porém, Paulo Matos foi exonerado e o acordo restou quebrado. Como a oposição adoro brigar entre sí e não cumprir acordos.

Um comentário em “Exoneração de Paulo Matos não estava programada”

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  1. Carlos Silva

    Meu caro, há contradições insanáveis na informação. O PSDB e o PDT decidiram liberar o PPS para coligar com o PSB e PCdoB. Aí Paulo Matos foi exonerado e o acordo resultou quebrado. Ora, quebrado o acordo o PPS não iria se coligar com o PCdoB e PSB. Há alguma coisa errada na informação.

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