Em sua última sessão antes do carnaval, o Tribunal de Contas do Estado voltou a impor débitos pesados a gestores de recursos públicos no estado. O segundo maior débito coube a José Mario Alves de Souza (São João dos Patos, 2007) condenada pelo TCE a devolver R$ 1,4 milhão aos cofres municipais, além do pagamento de multas no total de R$ 27,8 mil. O gestor pode recorrer.
O maior deles, de R$ 5,5 milhões coube a Edivaldo Prado Nascimento, ex-prefeito de São João do Caru, cujas contas referentes ao exercício de 2008 foram reprovadas. Além do débito com o erário, resultante de despesas sem comprovação, o gestor foi condenado ao pagamento de multas no total de R$ 9,8 mil. Cabe recurso da decisão.
Na mesma sessão, o TCE reprovou as contas de Francisco Geremias de Medeiros (Lima Campos, 2007, com débito de R$ 139 mil e multas no total de R$ 38,8 mil), João dos Santos Melo Amorim (Presidente Sarney, 2006, com débito de R$ 643 mil) e José Wilson de Oliveira (São Roberto, 2007, com débito de R$ 161,9 mil referente a recursos do Fundo Municipal de Assistência Social – FMAS e multas no total de R$ 117,2 mil).
Em relação às câmaras municipais, o Tribunal julgou irregulares as contas de Ana Alice Moura e Silva (Nova Iorque, 2007), condenando a gestora a devolver R$ 5,8 mil e ao pagamento de multa de R$ 20,5 mil.

03/03/2011 às 14:18
acho muito triste o q esta acontecendo com a politica em Barra do Corda
03/03/2011 às 15:59
Cardoso,
Vc sempre divulga os desvios de recusros públicos pelas prefeituras, multas, etc., com a Justiça sempre determinando a devolução de “xis” fecursos disto e daquilo.
Como leitor do seu blog, estou certo de que milhares de outros gostariam de saber o que já aconteceu nesses casos com os prefeitos do Maranhão, instados pela Justiça a devolver os recursos desviados…
Posso adiantar que nenhum único centavo foi devolvido… mas posso estar redondamente engando. Assim, por gentileza, satisfaça a minha curiosidade sobre o assunto. Estou certo de que mtos outros também gostarão de tomar conhecimento do desfecho judicial.
Cordialmente,
ZARADAN KORAKIAN
03/03/2011 às 16:19
Quem passa por Buriti Bravo vê que a cidade mais parece um lix~so, emprego so tem quem votou no prefeito, alguns pois outros que fizeram campanha pra ele só pq apoiaram jackson ou Dino não tiveram seus cotratos renovados. O dinheiro público corre solto, mas salário de contratados e concursados são atrasaddos… p q não há uma viscalização aqui? Aí a festa deles acabaria e povo deixaria de sofrer tanto quanto vem sofrendo… buriti bravo tem um governo não pro povo como deveria ser, mas pra poucos…
03/03/2011 às 20:30
CARO JORNALISTA, ESSE NÃO NÃO DEVOLVE UM CENTAVO, ELE JA´FOI INFORMADO QUE A DECISÃO DO TCE “CABE RECURSO” HA! HA! HA!.REINALDO CHAVES
25/03/2011 às 12:56
Isso é só ouma parte do dinheiro que sumiu la da cidade de Presidente Sarney.
Durante todos esses anos, sumiu o dinheiro da estrada dos Três Furos, o dinheiro para a conclusão do sistema de abastecimento de água, o da escola do ensino médio, da conclusão de vários postos de saúde…
Aqui em Pinheiro, está tudo de mal a pior. Também que mandou Zé Arlindo se unir com quem não presta? Bem feito.
13/05/2011 às 20:26
Oi, sou educador em Lima Campos e fico contente por encontrar publicado em seu blog algo que tanto falo aqui e, muitos por medo, não tem coragem de expor. Esse Geremias (xarim) se acha muito. precisamos de pessoas com coragem para desmascará-lo. Há muitas coisas aqui encobertas e, coisas absurdas. Vou apontar algumas: salas de aula funcionado em pátios de escolas, outras são duplicadas com separadores(um tipo de compensado), até as salas que seriam secretarias funcionam como sala de aula. Sem contar com as condições de calor, pois essas salas são muito pequenas e não arejadas(um forno). A merenda da zona rural é só suco de tangirina(a maior parte) com biscoito, mau condição de armazenamento etc. o transporte escolar é tercerizado o que facilita manobras para desviar os recursos.
Acho que uma boa reportagem me ajudaria na luta para fazer com que o povo de minha cidade percebesse que é possível lutar.