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Luís Cardoso – Bastidores da notícia

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São Luis não terá ônibus a partir de meia noite

Política
 

Os motoristas de ônibus, através de seu sindicato, aderiram à greve nacional que será realizada amanhã. Por isso, a partir de zero hora os coletivos deixarão de circular. As escolas públicas não funcionarão, mas as particulares sim.

Veja a nota abaixo do sindicato dos motoristas:

“O movimento é legitimo e acima de tudo, preserva, defende os direitos dos brasileiros. Não podemos permitir que o Congresso Nacional, nos apunhale pelas costas. Nossa contribuição aos atos, que irão ocorrer em todo o país é fazer com que a categoria, cruze os braços e nem saia com os ônibus das garagens. É preciso que todos os trabalhadores se manifestem. Não podemos admitir que os brasileiros sejam derrotados. Vamos mostrar para Michel Temer e os aliados dele, que o povo é mais forte e é quem manda no Brasil”, diz a nota.

Prefeituras de Santa Rita e Bacabeira antecipam pagamento de servidores para esta quinta

Política
 

As Prefeituras de Santa Rita e Bacabeira pagam a partir desta quinta-feira (27), de forma adiantada o salário dos servidores municipais do mês de abril, visando proporcionar maiores condições para o feriado e valorizar os servidores diante do Dia do Trabalho (1)..

De acordo com os Prefeitos Hilton Gonçalo e Fernanda Gonçalo, o salário seria pago após o feriado, no entanto, a medida foi adotada para que os funcionários pudessem movimentar o comércio, viajar e aproveitar a folga com dinheiro no bolso, além de haver uma organização e melhora no sistema de arrecadação das Prefeituras.

“Acredito que os servidores merecem esse adiantamento e por isso pagamos o salário nesta quinta-feira (27), para que todos tenham um feriado tranquilo. Honrar o pagamento é uma forma de valorizar o funcionário público e suas famílias. Espero que todos aproveitem com responsabilidade”, declarou Hilton Gonçalo.

Na oportunidade, o Prefeito Hilton Gonçalo ainda aproveitou para anunciar que a cidade de Santa Rita vai receber uma série de anúncios e entrega de obras relevantes na próxima segunda-feira (1).

Senado aprova projeto de lei para punir abuso de autoridade

Política
 

Folha.com

Pedro Ladeira/Folhapress
Os senadores Roberto Requião (relator) e Renan Calheiros em sessão do CCJ do Senado que discute lei de abuso de autoridade
Roberto Requião e Renan Calheiros em sessão da CCJ do Senado que discute abuso de autoridade.

Após uma reunião que adentrou a madrugada passada e contou com parlamentares de diversos partidos, o Senado chegou a um acordo e aprovou nesta quarta-feira (26) o projeto de lei que endurece as punições por abuso de autoridade atribuídas a agentes públicos –incluindo juízes, promotores e policiais.

O texto obteve 54 votos a favor e 19 contra. Os senadores tentaram aprovar o projeto em votação simbólica, em que não seriam registradas as posições individuais de cada parlamentar, mas houve recurso do plenário para que a votação fosse nominal.

O projeto será enviado à Câmara, onde passará por comissões antes de ser votado em plenário. Só depois a proposta será enviada ao presidente Michel Temer para sanção ou veto.

Diante de divergências em relação ao texto, o relator Roberto Requião (PMDB-PR) aceitou recuar na última hora e amenizou trechos que eram apontados por integrantes do Judiciário e do Ministério Público como ferramentas de retaliação a juízes e investigadores, em especial na Operação Lava Jato.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), recebeu parlamentares do PSDB, do PT, do PP e de outros partidos até as 2h da manhã desta quarta-feira para costurar esse acordo. Os senadores que resistiam em aprovar o texto aceitaram mudar de posição após as concessões feitas por Requião.

Momentos antes da votação do relatório na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), Requião aceitou modificar o artigo que poderia permitir a punição de juízes em caso de divergência na interpretação da lei.

Sob ataque de magistrados, procuradores e senadores de diversos partidos, ele aceitou retirar do relatório o trecho que dizia que só não configuraria abuso a divergência de interpretação “necessariamente razoável”. Os críticos diziam que a palavra “razoável” era genérica e dava margem para a punição de qualquer decisão judicial.

O senador Renan Calheiros, que foi o autor do projeto, defendeu as alterações. “Fica sobejamente demonstrado que nós não queremos punir juiz por interpretar equivocadamente a lei. Queremos acabar com o abuso de autoridade.”

O projeto aprovado em plenário permite, por exemplo, punir autoridades por prisões preventivas em “desconformidade com as hipóteses legais” e criminaliza diligências como ações de busca e apreensão feitas de forma “desproporcional”.

Apesar da flexibilização do texto, senadores, magistrados e procuradores já apontaram desconforto com algumas dessas medidas.

“O texto de fato é melhor do que o anterior, mas ainda traz graves ameaças à atuação do Judiciário e do Ministério Público. E é inoportuno, porque é um momento histórico que não encontra a necessidade desse debate nesse instante”, disse Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que votou contra o projeto.

O senador Jorge Viana (PT-AC) defendeu a revisão da legislação sobre o tema. “A lei de abuso de autoridade que nós temos é para permitir o abuso de autoridade, foi feita na ditadura militar. Se não mudarmos hoje, estamos sendo coniventes.”

O presidente do Senado disse ter feito uma “intensa conversa” para buscar entendimento, e afirmou que consultou a PGR (Procuradoria-Geral da República), que se opunha ao relatório original de Requião.

Promotores e juízes argumentavam que o texto anterior prejudicaria a atuação do Ministério Público e do Judiciário ao abrir caminho para a punição de atos relacionados a investigações e processos, que são suas funções essenciais.

“Como estamos vendo, [não tem] nada a ver com a Lava Jato. Estamos disciplinando o abuso de autoridade, de qualquer autoridade”, retrucou Requião, durante a leitura do relatório.

Requião manteve no relatório o artigo que abre a possibilidade de acusados processarem juízes, promotores e investigadores –ou seja, que um cidadão comum proponha ação penal contra quem o investiga sem que isso seja autorizado pelo Ministério Público, como acontece hoje.

O relator, no entanto, amenizou esse trecho do projeto, propondo que os acusados só tenham direito de processar autoridades caso o Ministério Público não se posicione em um prazo de seis meses sobre a solicitação de quem se considerar vítima de abuso.

BATALHA

Ao longo da tramitação do projeto, integrantes do Judiciário e do MP travaram uma batalha com os senadores favoráveis à proposta, acusando-os de tentar tolher investigações. Procuradores sustentavam que as punições criadas pelo projeto terão impacto direto e imediato sobre a Lava Jato.

Ao todo, 28 dos 81 senadores são alvos de inquéritos em decorrência da operação.

O projeto de abuso de autoridade foi apresentado pelo ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) e ganhou força no Congresso no fim de 2016, com os avanços das investigações de corrupção contra políticos.

No fim do ano passado, após diligências da Polícia Federal nas dependências do Senado, Renan fez um esforço para acelerar a votação do projeto. Alvo de inúmeras críticas, contudo, foi obrigado a recuar.

ABUSO DE AUTORIDADE
Relator amenizou texto antes de votação

O QUE É: Lei que define quais atos de agentes públicos podem ser considerados crimes de abuso de autoridade

A CRÍTICA: Senadores, juízes e membros do Ministério Público dizem que o projeto pode inibir a atuação de investigadores e magistrados ao abrir margem para a punição de diligências e até de prisões preventivas consideradas abusivas

ARTIGO 1º

O QUE DIZIA O TEXTO: Texto dizia que a divergência na interpretação da lei ou na avaliação de fatos só não seria tratada como abuso se fosse “necessariamente razoável e fundamentada”

O QUE DIZEM OS CRÍTICOS: Diziam que a palavra “razoável” era genérica e dava margem para a punição de qualquer decisão judicial

O QUE O RELATOR FEZ: Roberto Requião, o relator do texto, retirou a expressão “necessariamente razoável”

ARTIGO 3º

O QUE DIZIA O TEXTO: Qualquer acusado pode processar juízes, promotores e investigadores, sem necessidade de autorização do Ministério Público para isso

O QUE DIZEM OS CRÍTICOS: Integrantes do Judiciário e Ministério Público dizem que o artigo abria margem para avalanche de ações e inibiria o trabalho

O QUE O RELATOR FEZ: Relator também amenizou ponto; agora, o cidadão comum só pode propor a ação se o Ministério Público não se manifestar em seis meses sobre a solicitação de quem se considerar vítima de abuso

ARTIGO 9º

O QUE DIZIA O TEXTO: Passa a considerar crime, com pena de prisão de um a quatro anos, decretar prisão preventiva ou medidas como busca e apreensão “desconformidade com as hipóteses legais”

O QUE DIZEM OS CRÍTICOS: Magistrados e procuradores já apontaram desconforto com algumas dessas medidas e com o critério que seria usado para considerar o que está em “desconformidade”

O QUE O RELATOR FEZ: Texto foi mantido

Câmara Municipal de São Luís promulga lei do retrocesso

Política
 

 Os taxistas ameaçavam quebrar a sede da Câmara Municipal de São Luís e invadir a residência do presidente, vereador Astro de Ogum. Com medo, Ogum tratou logo de promulgar a lei que proíbe o aplicativo Uber de operar na capital. Um tremendo retrocesso e um golpe no bolso de quem necessita dos serviços do novo sistema.

Considerada como reserva de mercado ao taxistas, a lei foi aprovada pela Câmara Municipal em 2016, mas não sancionada pelo prefeito Edivaldo Holanda que pensou no conjunto da população e não numa pequena parcela.

Em razão de protestos agressivos dos taxistas, que chegou a se unir com os carros de lotação, que são ilegais, Astro de Ogum promulgou o retrocesso e o cerceamento do direito de ir e vir dos usuários do aplicativo Uber.

Em publicação recente, o jornalista Marco Deça, em seu blog, lembra que a nova lei tem “seus efeitos praticamente nulos. Isso porque, é quase impossível manter a fiscalização em cada carro de São Luís – já que não há identificação do Uber – para saber qual está levando passageiros pagos”.

Para o  vereador Paulo Victor, o Uber não pode parar e diz que o aplicativo vai funcionar normalmente na capital. Confira no vídeo abaixo:

Reduz a diferença entre Flávio Dino e Roseana Sarney na enquete do blog

Política
 

Faltando completar ainda dois dias da enquete no ar sobre a eleição para governador em 2018, a diferença que Flávio Dino mantinha em relação a Roseana Sarney caiu bastante. O que logo no primeiro dia era de 10%, amanheceu hoje com apenas 3% de diferença, o que em pesquisa realizada por institutos seria um empate técnico. 

Conforme os números de hoje, o governador venceria com 39% da intenção dos votos dos internautas e Roseana Sarney chegaria em segundo com 36%. Se a eleição fosse hoje, teríamos segundo turno, o que poderia representar um sério perigo para Flávio Dino, considerando a soma dos que dificilmente votariam nele em eventual dois turnos.

Os demais candidatos listados pelo blog estão hoje no seguinte quadro: Maura Jorge com 12%, Eduardo Braide com 5%, Roberto Rocha com 3%, Marlon Reis com 3%, João Alberto com 1% e Edinho Lobão com 1%.

A enquete começou às 18h do dia 25 e se encerra no próximo dia 5 de maio no mesmo horário em que iniciou. Aqui o leitor só pode votar uma vez e não existe manipulação interna; até porque a enquete foi montada pela empresa WEZ, uma das mais sérias e competentes na manutenção de sites no Maranhão.

Ministro da Justiça manda Polícia Federal investigar jogo da Baleia Azul

Política
 

Folha.com

Divulgação
Painel de alunos da USP; turma de medicina registrou três tentativas de suicídio nas últimas semanas
Painel de alunos da USP; turma de medicina registrou três tentativas de suicídio nas últimas semanas

DE BRASÍLIA

O ministro da Justiça, Osmar Serraglio, determinou nesta quarta-feira (26) que a Polícia Federal investigue o jogo Baleia Azul, que circula em redes sociais. O desafio consiste em uma série de tarefas, que culminam na tentativa de suicídio.

O pedido, que já havia sido realizado informalmente, foi formalizado à PF nesta semana. A decisão ocorreu após o tema ter sido tratado em reunião com parlamentares e o prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PMN).

Nos últimos meses, o jogo tem sido relacionado ao registro de ocorrências de lesão corporal, automutilação e morte de adolescentes, segundo o Ministério da Justiça. Ao menos três mortes suspeitas de relação com o jogo são investigadas em Belo Horizonte, Pará de Minas (MG) e Arcoverde (PE).

A suspeita de ligação com o jogo também é investigada no Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso e Paraíba, conforme a Folha noticiou. Parlamentares, porém, alegaram na reunião terem informações e relatos de vítimas em outros Estados, como Maranhão e Amazonas.

Em alguns dos Estados onde o jogo é investigado, a polícia já tem indícios de pessoas que podem estar por trás dos desafios. A investigação, porém, é mantida em sigilo. Instigar ao suicídio é crime, com pena de um a três anos se a instigação resultar em lesão corporal grave.

Pessoas que precisam de apoio podem acessar o CVV (Centro de Valorização da Vida), por meio do telefone 144. O centro também disponibiliza contato por e-mail, chat ou Skype 24 horas por dia.

Sinais de Alerta

Ilustração Carolina Daffara/Editoria de Arte/Folhapress
  • falar sobre querer morrer
  • procurar formas de se matar
  • falar sobre estar sem esperança ou sobre não ter propósito
  • falar sobre estar se sentindo preso ou sob dor insuportável
  • falar sobre ser um peso para os outros
  • aumento no uso de do álcool e drogas
  • agir de modo ansioso, agitado ou irresponsável
  • dormir muito ou pouco
  • se sentir isolado
  • demonstrar raiva ou falar sobre vingança
  • ter alterações de humor extremas
  • quanto mais sinais, maior pode ser o risco da pessoa
Ilustração Carolina Daffara/Editoria de Arte/Folhapress

O que fazer

  • não deixar a pessoa sozinha
  • tirar de perto armas de fogo, álcool, drogas ou objetos cortantes
  • ligar para canais de ajuda
  • levar a pessoa para uma assistência especializada

Telefones e sites de ajuda:

Centro de Valorização da Vida (CVV): 141
Também é possível entrar em contato e receber apoio emocional do CVV via internet, a partir de email, chat e Skype 24 horas por dia

Comissão do Senado aprova extinção de foro privilegiado para políticos

Política
 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (26) um novo relatório sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim ao chamado foro privilegiado de políticos e autoridades nos casos em que cometerem crimes comuns, como roubo e corrupção.

Atualmente, esses políticos e autoridades têm prerrogativa de foro, isto é, só podem ser processados e julgados no Supremo Tribunal Federal.A CCJ já havia aprovado um relatório favorável à proposta, mas precisou analisar o tema novamente porque foram apresentadas sugestões de modificações do texto. Por isso, o relator, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou um novo parecer, aprovado nesta quarta.

No novo parecer, Randolfe Rodrigues acolheu emenda do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) que preserva o foro privilegiado somente para os presidentes da República, do Senado, da Câmara e do Supremo Tribunal Federal.

Caso a proposta entre em vigor, deputados e senadores perderão a prerrogativa de foro e passarão a ser julgados pela primeira instância do Judiciário.

Agora, o texto, de autoria do senador Álvaro Dias (PV-PR), precisa passar pela análise do plenário principal do Senado em dois turnos de votação. Se aprovado, seguirá para análise da Câmara, que também fará duas votações sobre o tema.

Pela lei que vigora atualmente, políticos como o presidente da República, senadores, deputados federais e ministros têm direito a ser investigados e julgados apenas na esfera do Supremo Tribunal Federal (STF). No caso dos governadores, o foro é o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Na proposta aprovada, as autoridades deverão ser julgadas pelas primeiras instâncias no estado onde o eventual crime houver ocorrido, e não mais em tribunais superiores.

O novo relatório sobre a PEC do fim do foro privilegiado foi votado pela CCJ na sequência da aprovação do projeto de abuso de autoridade. Vários senadores pediram a palavra para dizer que como a comissão estava votando o projeto de abuso deveria analisar também o tema do fim do foro.

Emenda

Nesta quarta, o relator da proposta, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), acatou uma emenda (sugestão de alteração) do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que mantém a prerrogativa de foro em crimes comuns para os presidentes dos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo.

Ao apresentar a emenda, Ferraço argumentou que deixar os presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF) pode provocar uma pulverização de ações contra essas autoridades.

“Basta que se imagine quantas ações poderão ser abertas, mesmo sem base legal, contra um Presidente da República, em cada canto do Brasil, obrigando-o a se defender em uma verdadeira multidão de ações judiciais”, argumentou Ferraço.

Após o término da sessão, Randolfe explicou que, com a aprovação da lei, o político que, por conta do foro privilegiado, estiver sendo processado no STF, terá o caso remetido para as instâncias inferiores. Ele disse que a regra valerá, caso o projeto vire lei, para os políticos investigados pela Lava Jato no STF.

“Cai o foro privilegiado e o processo cai para o juiz e para o promotor da primeira instância. Todos que estão com foro no STF e estão respondendo processo, recai para a instância judicial respectiva, que é o juiz federal da primeira instância. De for acusação no âmbito da Operação Lava Jato, para a vara federal de Curitiba ou a vara que estiver fazendo a investigação. Vale para todos os processos em andamento”, disse o senador.

Randolfe concluiu que, nos casos de crimes de responsabilidade cometido pelos chefes de poderes, caberá ao Congresso Nacional, como prevê a Constituição, julgar os processos.

G1,Brasília

Clima de perseguição das mais absurdas domina o Maranhão

Política
 

Excetuando o período nefasto do vitorinismo, o Maranhão fazia tempo não vivia clima e respirava o ar da perseguição política. Desde 2015 que alguns jornalistas são perseguidos por não rezarem na cartilha do Palácio dos Leões, comerciantes são massacrados, assim como sindicalistas, médicos, militares e funcionários públicos.

Para demonstrar a que ponto chega a lei do “quero posso e mando”, até um deputado federal informou que vai mandar seus colegas policiais federais para investigar a vida de outro parlamentar.

Trata-se do policial federal Aluísio Mendes, investido agora na condição de deputado federal, que mirou sua metralhadora para o deputado Josimar do Maranhãozinho por tê-lo  criticado na tribuna da Assembleia Legislativa.

Irado, Mendes disse a uma emissora de rádio que tem em seu gabinete colegas da PF que irá mandá-los escarafunchar os negócios de Maranhãozinho. Que loucura! Que absurdo! E pode um deputado lotar seu gabinete de agentes federais para prestar esse tipo de serviço?

Ora, se pretendia verificar os negócios de Josimar, deveria ter feito quando Mendes exerceu o cargo de secretário de Segurança Pública. Mas, infelizmente, estamos no Maranhão.

Flávio Dino governa o Estado ameaçando quem tentar atrapalhar seu projeto de poder. Quer de qualquer maneira colocar na cadeia a ex-governadora Roseana Sarney, que representa o maior perigo para sua reeleição. Uma perseguição sem tamanho.

Tribunal de Justiça revoga decisão que bloqueava bens do ex-prefeito Gil Cutrim

Política
 

Desembargador Paulo Velten, além de tornar sem efeito despacho do juízo de primeiro grau, desmontou as alegações feitas pelo MPE.    

    O Tribunal de Justiça do Maranhão, em decisão proferida nesta última terça-feira (25), tornou sem efeito despacho do juízo de primeiro grau que bloqueou os bens do ex-prefeito do município de São José de Ribamar, Gil Cutrim (PDT).

A decisão da 1ª Vara Cível da cidade foi emitida semana passada e atendeu ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual.

A promotora Elisabeth Mendonça baseou a ação, com pedido de indisponibilidade dos bens de Cutrim, seis funcionários do município e cinco empresários, em supostas irregularidades contidas em um convênio, firmado em 2013, entre prefeitura e governo do estado, através da Secretaria das Cidades, para asfaltamento de vias no município.

O relator do agravo de instrumento impetrado pelo ex-prefeito, desembargador Paulo Velten, além de revogar decisão do juízo de primeiro grau, desmontou as alegações feitas pela promotora de Justiça.

Para Velten, “examinando a prova dos autos, não há nenhuma comprovação de que o agravante [Gil Cutrim] tenha autorizado o pagamento integral do valor do objeto do convênio. Ao contrário, conforme se verifica das peças juntadas no inquérito civil e que instruem a ação de improbidade, a informação que exsurge é a de que o Estado do Maranhão somente havia repassado ao município de São José de Ribamar o valor equivalente a 70% do convênio, retendo os 30% finais. Nesse caso, sem ter recebido o valor total, não havia como o agravante efetuar o pagamento integral dos serviços contratados que deveriam ser executados em função do mesmo convênio”.

De acordo com o desembargador, “de mais a mais, o que se verifica também é que tanto o convênio estabelecido com o Estado do Maranhão, quanto o contrato firmado como a empresa responsável pela execução dos serviços, continuam em vigor, motivo pelo qual também não se pode dizer que a obra pública encontra-se inacabada, como reconheceu equivocadamente a decisão agravada”.

Paulo Venten finalizou afirmando que não existem indícios mínimos que apontem ato de improbidade lesivo ao erário público e, por conta disso, está suspensa a ordem para bloqueio dos bens do ex-prefeito.

Com Lula, em Brasília, Zé Inácio participa de ação das lideranças indígenas…

Política
 

Lula com os indígenas em Brasília; Zé Inácio acompanha o ex-presidente

O deputado Zé Inácio participou, na segunda-feira, 24, em Brasília, de reunião com lideranças indígenas de todo o país, conduzida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os índios estão ocupando Brasília contra os retrocessos e ameaças a seus direitos e ao meio ambiente, resultado de uma política repressiva do governo Michel Temer (PMDB).

– Não podemos admitir retrocesso na legislação que trata sobre as demarcações de terras indígenas. Já basta a tentativa do governo golpista de extinguir a FUNAI – enfatizou, Inácio, ressaltando o que chama de caráter golpista do governo.

Durante a reunião, a liderança indígena pediu o apoio de Lula e da bancada no Congresso para pauta federal e nos Estados. O ponto principal é o medo de retrocesso e violência contra os lideres indígenas.

Inácio também defendeu a paralisação da próxima sexta-feira, 28, que pode se transformar na maior mobilização de trabalhadores da história do país.

As centrais sindicais e movimentos sociais vão protestar contra as reformas do governo Temer…

Prefeitura alerta população ribamarense para os perigos da hipertensão arterial

Política
 

A prefeitura de São José de Ribamar por meio da Secretaria de Saúde realiza nesta quarta-feira (26), programação especial em alerta ao Dia Nacional  de Combate à Hipertensão Arterial.

Em todas as unidades de Atenção Básica de Saúde, a prefeitura vai disponibilizar atendimento para a população com a oferta de serviços direcionados para a prevenção da doença que atinge cerca de 30 milhões de brasileiros, sendo ainda fator de risco para a ocorrência do acidente vascular cerebral, infarto, aneurisma e insuficiência renal e cardíaca.

A programação também contará com palestras educativas, testes de glicemia e aferição da pressão arterial, o que de acordo com o secretário de saúde, Tiago Fernandes reforça o trabalho que já vem sendo feito nas unidades de saúde.

“Muitas pessoas possuem o problema, mas não sabem. Isso ocorre porque infelizmente só procuram ajuda quando apresentam quadros mais graves, daí a importância do diagnóstico precoce”, finalizou o gestor chamando a atenção também da população com idade média entre 20 e 30 anos para prevenção.

Para ter acesso aos serviços oferecidos, à população interessada, deverá se dirigir até uma das unidades mais próximas e solicitar o serviço.

Serviços:

O QUE: Programação de combate e alerta a Hipertensão

QUANDO: Nesta quarta-feira (26)

ONDE: Unidades de Saúde de São José de Ribamar

HORÁRIO: Manhã e Tarde





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