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Rosário ganha novo espaço para administração municipal

Ações / Política
 

O prédio irá abrigar as secretarias de Agricultura e Pesca e de Meio Ambiente

A partir de hoje, 02, o município de Rosário passa a contar com mais um espaço moderno que passa a fazer parte da administração municipal. Isso porque a prefeita Irlahi Moraes (PMDB), acompanhada pelo vice-prefeito Douglas Sena, o superintendente do Iphan, Maurício Itapary, e o procurador Federal do DNIT, Ezequiel Xenofonte, fizeram a entrega do novo prédio construído para abrigar as secretarias de Agricultura e Abastecimento e de Meio Ambiente. Secretários, superintendentes e diversas outras autoridades municipais, estaduais e federais, além da população, estiveram presentes à solenidade de entrega.

Durante o evento, Irlahi Moraes destacou a ação como mais um passo em direção ao avanço administrativo na cidade. De acordo com a prefeita, a equipe técnica de administração municipal foi escolhida tendo como um dos objetivos fazer desta uma gestão inovadora e que contribuísse para o desenvolvimento da região. “Mas, para isso, sabemos que devemos ter recursos físicos, para que os trabalhos possam ser planejados e executados. E o novo espaço para as secretarias, mais moderno, vem para cumprir esse papel”, disse.

O vice-prefeito do município, Douglas Sena, destacou o esforço para gerar infraestrutura adequada não apenas para a gestão municipal, quanto para a melhoria da qualidade de vida da população, o que acabou por ser a marca da atual administração. “Nunca se trabalhou tanto em nosso município. Isso tem permitido avanços constantes e estes avanços comprovam o potencial de Rosário para o desenvolvimento e progresso”.

Segundo o secretário de Meio Ambiente, Leandro Rodrigues Cavalcante, esta é a proposta da administração municipal. “A ideia é exatamente trabalhar sério para que consigamos desenvolver projetos que beneficiem a população e ajudem nossa cidade a ser cada dia mais desenvolvida”.

O secretário de Agricultura e Pesca, Valter Costa Souza, reforça este aspecto e lembra que muitas mudanças têm ocorrido em Rosário. “Estamos dando passos importantes em direção à modernização administrativa”, disse.

Sobre o setor de agricultura familiar, o secretário afirma que este não se pode mais ser encarado sob o viés do subdesenvolvimento e que a nova sede, mais bem equipada, dará oportunidades para o desenvolvimento de projetos que, antes, ficavam apenas no

campo das ideias. “Sabemos que é a agricultura que está ajudando a conter os efeitos mais danosos da crise pela qual passa o Brasil. E por sabermos que 70% da produção vem do nicho familiar e dos pequenos agricultores, temos que nos empenhar para dar ao segmento possibilidades de gerar resultados ainda mais positivos”, disse Valter Costa Souza.

Empenho

Também presente à solenidade de entrega da nova sede, o superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Maranhão (Iphan), Maurício Abreu Itapary, fez questão de destacar a dedicação da prefeita Irlahi Moraes para a implementação de projetos que beneficiem a população de Rosário e que tragam desenvolvimento ao município. “Semanalmente, somos procurados pela prefeita Irlahi, para que, juntos, façamos análises sobre obras em andamento e outras que possam ser executadas em Rosário. Isso demonstra o compromisso da administração com o progresso da cidade”, ressaltou.

O procurador Federal do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Ezequiel Xenofonte, reforça este aspecto da gestão municipal. “A atual gestão é totalmente comprometida com a evolução e com o avanço. Está sempre empenhada em buscar recursos para o desenvolvimento de obras e este aspecto deverá ser mantido, para que Rosário cresça ainda mais”.

Polícia Federal apreendeu R$ 700 mil em espécie na operação que descobriu desvios de recursos da Saúde no MA

Política
 

Feito o balanço por toda a noite de ontem, a Polícia Federal contabilizou a apreensão de R$ 700 mil em espécie, sendo R$ 445 mil na sede do IDAC, R$ 85 mil no flagrante, e R$ 90 mil em uma residência, na Operação Rêmora, um desdobramento da Operação Sermão aos Peixes.

A operação apreendeu ainda documentos, sete veículos (dentre eles uma BMW X1), além de cumprir cinco mandados de prisão, sendo quatro em flagrante. A PF considera que a operação teve 100% de aproveitamento.

Os contratos firmados entre o instituto e a Secretaria de Estado da Saúde, agora na gestão de Flávio Dino, chegam a R$ 240 milhões, sendo que desse total foram desviados R$ 18 milhões.

Em relação ao tipo de fraudes, foram realizados saques na boca do caixa, utilizando testas de ferro e notas fiscais frias para esquentar prestação de contas.

MPF pede prisão do ex-presidente Lula e pagamento de R$ 87 milhões em multas no caso do triplex

Política
 

Procuradores apresentaram alegações finais e querem que ele e outros seis réus sejam condenado pelos crimes de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro.


O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao juiz Sérgio Moro, nesta sexta-feira (3), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros seis réus sejam condenados pelos crimes de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro e que cumpram as respectivas penas em regime fechado.

O pedido consta nas alegações finais do processo que apura um suposto pagamento de propina por parte da OAS, por meio da entrega de um apartamento triplex no Guarujá, litoral paulista.

O MPF diz que o apartamento seria entregue a Lula, como contrapartida por contratos que a OAS fechou com a Petrobras, nos anos em que o político foi presidente da República. Também faz parte da denúncia o pagamento que a OAS fez à transportadora Granero, para que a empresa fizesse a guarda de parte do acervo que o ex-presidente recebeu ao deixar o cargo.

Entre os réus, também estão o ex-presidente da OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, e outros executivos da construtora, que foram acusados de lavagem de dinheiro e corrupção ativa. A ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva também era ré, mas teve nome excluído da ação penal após a morte dela, em fevereiro deste ano.

Embora tenha pedido que todos sejam presos, o MPF diz que Léo Pinheiro, Agenor Franklin Medeiros e Paulo Gordilho, devem ter as penas reduzidas pela metade, “considerando que em seus interrogatórios não apenas confessaram ter praticado os graves fatos criminosos objeto da acusação, como também espontaneamente optaram por prestar esclarecimentos relevantes acerca da responsabilidade de coautores e partícipes nos crimes, tendo em vista, ainda, que forneceram provas documentais acerca dos crimes que não estavam na posse e não eram de conhecimento das autoridades públicas”.

Os procuradores ainda ressaltaram que nenhum deles fez acordo de delação premiada, embora tenham reconhecido durante os respectivos depoimentos, que todos estavam em tratativas para fechar as colaborações.

No pedido, o MPF também quer que Moro determine a apreensão de R$ 87.624.971,26. O valor é correspondente ao montante de propinas que foram pagas nos contratos que a OAS firmou junto à Petrobras a agentes públicos.

Desse montante, Lula teria recebido um total de pouco mais de R$ 3 milhões, somando o valor do apartamento e do contrato entre a OAS e a Granero. Apesar disso, os procuradores pediram que o ex-presidente seja condenado a pagar outros R$ 87 milhões em multas.

As defesas têm até 20 de junho para contestar os argumentos do MPF, dentro do processo. Esta é a última fase da ação penal. Após todas as partes apresentarem as alegações finais, o processo volta ao juiz Sérgio Moro, que vai definir se condena ou absolve os réus.

O G1 tenta contato com as defesas dos réus.

Outros processos em Curitiba

Esse processo do triplex foi o primeiro apresentado pela força-tarefa do MPF responsável pela Operação Lava Jato em Curitiba. Além dessa ação penal, os procuradores apresentaram outras duas denúncias à Justiça.

Lula foi denunciado pelo MPF por ter recebido propina também da Odebrecht, referente a contratos da empreiteira com a Petrobras. Nesse processo, em que testemunhas já estão sendo ouvidas, o ex-presidente é acusado de ter recebido um terreno em São Paulo, que seria usado para construir uma nova sede para o instituto social que leva o nome do político e também o apartamento vizinho ao que ele mora, em São Bernardo do Campo.

A defesa tem negado irregularidades nos dois casos, pois o Instituto Lula jamais transferiu a sede para o terreno apontado pelo MPF no processo. Em relação ao apartamento, o imóvel é usado pelos seguranças de Lula, mas o ex-presidente diz que pagou aluguel durante todo o tempo que ocupou o local.

Na terceira denúncia, que ainda não foi aceita pelo juiz Sérgio Moro, o MPF volta a acusar Lula de receber propina das construtoras OAS e Odebrecht. Segundo a denúncia, a primeira empreiteira pagou a instalação de uma cozinha em sítio, em Atibaia, no interior de São Paulo. Já a Odebrecht teria realizado reformas no imóvel, a pedido de Lula.

O sítio pertence, no cartório, aos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna. No entanto, durante a deflagração da 24ª fase da Operação Lava Jato, em que Lula foi um dos alvos, os investigadores encontraram diversos bens pessoais do ex-presidente no local. O MPF acredita que ele era o dono real do imóvel, o que a defesa também nega.

‘Fim da palhaçada’

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (1º), ao discursar na abertura do 6º Congresso Nacional do PT, em Brasília, que já provou a inocência e pediu o fim da “palhaçada” das acusações contra ele.

“Eu não quero que vocês se preocupem com meu problema pessoal. Esse, eu quero decidir com o representante do Ministério Público, da Lava Jato. Quero decidir com eles. Eu já provei minha inocência. Agora vou exigir que eles provem minha culpa, porque cada mentira contada será desmontada”, disse o ex-presidente.

“Eu e Dilma temos até conta no exterior. Eu nem sabia que ela tinha e ela não sabe que eu tenho. Um canalha diz que fez uma conta para mim e uma para a Dilma, mas que está no nome dele. E ele mexe com a grana. Então, é o seguinte: chegou o momento de parar com a palhaçada neste país. Este país não comporta mais viver nessa situação de achincalhamento, e o Partido dos Trabalhadores tem de dar uma resposta clara para a sociedade”, acrescentou Lula.

O Brasil, as reformas e as corporações

Editorial
 

Abdon Marinho é advogado.

HÁ MUITO TEMPO – mais de vinte anos – alerto para a necessidade do Brasil promover uma reforma do Estado. No meu sentir essa é a reforma que deve preceder todas as outras.

A primeira vez que tratei do tema foi por ocasião da elaboração da minha monografia de conclusão do curso de direito na Universidade Federal do Maranhão. Na oportunidade alertava para essa necessidade, bem como, para a gravidade das casas do parlamento, em última análise, responsável pela implementação de tais reformas, estarem representadas por interesses corporativos, em detrimento dos interesses do país.

Passados vinte anos o Brasil se encontra atravancado pela falta da reformulação do Estado e todas demais reformas dela decorrentes e o fato das corporações dominarem – pensando unicamente no interesse dos seus representados em detrimento do país – a cena política.

Um exemplo deste atravancamento que compromete o futuro do país é a resistência a chamada reforma da previdência.

Não discuto aqui se a proposta do governo está certa ou errada, não é isso que vem ao caso.

O que discuto é que país precisa de uma reforma previdenciária e que ela é urgente.

Qualquer um sabe da sua necessidade e qualquer um que venha dirigir o país terá que batalhar por ela.

A questão é de fácil compreensão. A população está – felizmente –, vivendo mais, e, com isso, aumentando o número de destinatários dos recursos da previdência. Na outra ponta temos assistido a diminuição da taxa de natalidade. Ou seja, a população economicamente ativa que, com o fruto de seu trabalho, garante a aposentadoria daqueles que já se aposentaram está diminuindo. Isso é perceptível.

Ora, em algum momento a conta deixará de fechar. Aliás já deixou de fechar, segundo dizem, há muito tempo. Anualmente temos informações do déficit previdenciário sempre crescente, a reclamar recursos de outros setores para atender a necessidade de pagamento de aposentadorias e pensões.

A previdência brasileira consome mais de um quarto do PIB do país, outro quarto é consumido por todos os demais órgãos públicos, pagamento de servidores, saúde, educação, assistência social, infraestrutura, etc., e a outra metade é consumida pela dívida pública.

Há os que sustentam, como solução para o déficit previdenciário, uma negociação para dívida pública que aumentou substancialmente com a política de juros altos dos últimos anos. Não duvido que seria um alento e até seria bom sabermos que tem de “gordura” nesta monumental dívida.

Acontece que o problema, ainda, não é esse. As pessoas continuarão vivendo mais (graças a Deus) e a força motriz que os susterão na velhice diminuindo. Ou seja, em algum momento haverá necessidade de se repactuar a previdência social. Melhor que seja antes.

Não me parece razoável que a previdência consuma mais que todo o resto dos investimentos públicos, só perdendo para a monstruosa dívida pública

Pois bem, todo mundo mundo sabe disso mas ninguém quer ceder nada.

E aqui entra o papel das corporações.

O que temos visto nestas discussões sobre a previdência? Que todos, sobretudo os mais aquinhoados e fortalecidos nas suas corporações, se acham “especiais”.

São especiais os professores, os magistrados, os policiais, os servidores públicos, os políticos, em suma todos a exceção da patuleia ignara.

Na minha opinião, todos trabalhadores que sustentam este país são especiais. Acontece que alguém precisa deixar de olhar só para os seus interesses, do seu grupo e pensar no futuro do país.

Pelo que vi, por conta de tantas especialidades a reforma da previdência caiu no buraco, se muito, aprovam a elevação da idade mínima.

Manter as coisas como estão só interessa aos que sempre usufruíram vantagens e mais vantagens do Estado às custas dos trabalhadores que não possuem quaisquer direitos.

O adiamento da reforma da previdência – e digo adiamento porque o modelo atual é insustentável, como já dizemos antes – é um equívoco que só trará prejuízos as futuras gerações.

A reformulação do modelo é necessário para combater fraudes, privilégios, abusos.

Não vejo sentido que os trabalhadores da iniciativa privada – cuja maioria, ganha menos que os servidores públicos –, estejam submetidos ao regime geral e a um teto, enquanto que os

servidores do setor público que, geralmente ganham bem mais, principalmente os que são de carreiras de Estado, levem para todo o sempre, os salários e vantagens da ativa.

Ora, se ganham mais, podem perfeitamente pagar previdência privada ou complementar, fazer o “pé de meia” para a velhice.

As corporações não conseguem ou não querem enxergar isso.

Acho que pensam que os governos produzem dinheiro para sustentar tudo que imaginarem. Ledo engano, governos, só administram – e mal –, o dinheiro que tiram dos contribuintes.

Como não produzem riqueza alguma, ou adotam medidas para tornar os modelos de gestão sustentáveis ou aumentam a carga tributária.

Aliás, os defensores de interesses corporativos sempre vem com essa mesma conversa de aumentar a carga tributária. Ainda que se aumente no limite do não mais poder tal carga tributária, o modelo, mais cedo ou mais tarde fracassará.

Isso, sem contar com os efeitos nefastos de uma carga tributária elevada que impede o crescimento econômico do país.

Não duvido que precisamos de uma reforma tributária, mas esta deve vir para tornar mais racional e razoável os impostos que pagamos. O cidadão de bem já passa cinco meses do ano trabalhando só para pagar impostos. Elevar ainda mais a carga tributária, produzir deixará de ser interessante. Quem vai trabalhar seis, oito meses, só para pagar impostos?

O resto é demagogia barata, falta de bom senso e a fé cega de que as coisas se resolverão por elas mesmo, sem que ninguém tenha que fazer nada ou se sacrificar de alguma forma.

O pensamento distorcido das corporações é espelhado no modelo de Estado que temos. E, aí, voltamos ao começo do debate.

O Estado brasileiro é mastodôntico, uma máquina imensa e corrupta a distribuir privilégios a uma elite dominante.

A classe política brasileira não consegue fazer as reformas necessárias porque ela mesma não tem coragem de cortar seus privilégios, suas regalias, suas aposentadorias especiais, seus salários absurdos, suas vantagens indecorosas.

Na verdade as corporações se valem disso para usar e serem usadas pela elite dominante do país.

As corporações sempre serviram e servirão de anteparo entre a massa pagadora de tributos que sustenta os seus e os privilégios da elite dirigente.

O Brasil precisa de uma reforma de Estado que acabe com todos os privilégios, que coloque os cidadãos em pé de igualdade nos favores que recebem do mesmo. Chega de uns ou outros se acharem merecedores disso ou daquilo como que por herança divina.

Qual a razão de um parlamentar exercer um mandato ou menos e levar regalias pelo resto da vida? Que direito adquirido é esse? Por que precisam de tantos privilégios para exercer um mandato?

O mesmo se diga das demais funções de Estado.

Não tem sentido termos uma Constituição que traz a assertiva de que “todos são iguais perante a lei”, se o que mais vemos são privilégios para uns e outros.

A igualdade de que trata a Constituição é uma ilusão. Na verdade todos se acham melhores e “mais iguais” que os demais, e sugam o país a não mais poderem, na defesa de seus privilégios e vantagens indevidas.

O Brasil está muito longe ser uma verdadeira democracia e não acredito que a alcancemos. Ainda mais quando se caminha em sentido inverso.

Vejam o momento em que os maços de dinheiro foram achados no instituto que trabalha para o governo Flávio Dino

Política
 

A Polícia Federal. cumprindo determinação judicial, deflagrou hoje a operação Rêmora que resultou em prisões coercitivas, preventiva, e busca e apreensão. Na sede do PSDC, onde também funciona o IDAC que trabalha para o governo Flávio Dino, foram encontrados em um cofre maços de dinheiro, como mostram a imagens abaixo:

Dirigentes do instituto de São Luís que faturou R$ 200 milhões no governo Flávio Dino são presos pela PF

Política
 

Os dirigentes  do IDAC tiveram prisões preventiva e coercitiva cumpridas pela Polícia federal na  Operação Rêmora deflagrada na tarde de hoje, sexta-feira, dia 02 deste. O IDAC, que presta serviços na área de Saúde do governo de Flávio Dino, faturou R$ 200 milhões, e teria desviado mais de R$ 18 milhões de 2015 até hoje.

A ação é a 4ª fase da operação Sermão aos Peixes, que foi desencadeada em novembro de 2015.

Estão sendo cumpridos 19 mandados judiciais, que foram expedidos pela 1ª Vara Criminal Federal da Seção Judiciária do Maranhão, sendo: 4 mandados de prisão preventiva, 1 mandado de prisão temporária, 9 mandados de busca e apreensão.

Além disso, foi determinado o bloqueio judicial e sequestro de bens num total que supera a cifra de R$ 12 milhões.

Um funcionário da Organização Social foi preso na posse de cerca 71 mil reais, na sede do IDAC, conforme vídeo abaixo.

Amigos e correligionários foram parabenizar Roseana Sarney, inclusive Zé Reinaldo

Política
 

A ex-governadora Roseana Sarney aniversariou ontem, mas reuniu hoje em almoço um grupo de amigos no Restaurante Cabana do Sol, da Litorânea. Lá estavam os familiares, como o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, o senador João Alberto, diversos deputados federais, estaduais, prefeitos, vários vereadores, desembargadores e empresários. Roseana completou 64 anos.

O que mais chamou a atenção dos presentes foi o ex-governador e agora deputado federal José Reinaldo Tavares (sem partido) que foi cumprimentar a ex-adversária, como mostra a imagem abaixo. A conversa entre os dois foi curta. Tavares disse que Roseana estava linda e ela disse apenas que estava se cuidando.

Um grupo de políticos de Barra do Corda esteve no local, como o ex-prefeito Nenzin, o ex-vice prefeito Aristides Milhomem, esposa, e o amigo Gildásio, na foto abaixo. Estavam ainda a ex-vereadora Nilda Barbalho e do ex-candidato a prefeito Júnior do Nenzin.

Vítima de homofobia, jovem é estuprado e assassinado em São Luis

Política
 

Lucas Carvalho tinha apenas 17 anos, era um jovem pacato e querido no seu bairro, menos pelos intolerantes que não aceitavam sua condição sexual. Por isso, segundo informações ao blog, quando estava indo para a escola, foi violentado por um grupo, assassinado a facadas e deixado numa trilha, entre a Divineia  e Araçagy.. O crime causou revolta, inclusive entre artistas locais , como mostra a image abaixo:

Cesar Boaes, diretor e ator da comédia “Pão Com Ovo”:

Difícil foi para a mãe quando foi fazer o reconhecimento do corpo do filho. Confira:

Blog continua firme na liderança de acessos em todo o Maranhão

Política
 

Processado, ameaçado, condenado, investigado, o Blog do Luis Cardoso segue firme como líder de acessos no Maranhão e, entre os independentes, o mais lido do Nordeste. Só agora no mês de maio registrou 1.599,690 visitas recebidas nos 31 dias. 1.272.205 computadores acionaram o blog no mesmo período, como mostra o Google Analytics, a ferramente mais confiável na medição de acessos de portais e blogs:

De primeiro de janeiro a 31 de maio deste ano, o Blog do Luis Cardoso já recebeu 5.771.105, com o registro de 4.588.461 computadores no mesmo período. “É a prova de credibilidade e aceitação do blog, que não se abala e nem se curva aos poderosos”, afirmou o jornalista.

Ele lembrou que postagens de nudes já não mais fazem parte do site, embora tenha recebido vídeos de diretores de hospitais com enfermeiras e até uma prefeita com um empresário maranhenses.

Confira os cinco meses:

Chacina no Maranhão! Corpos são encontrados por populares

Polícia
 

Em São Domingos do Maranhão, foram achados hoje três corpos por populares. A polícia já iniciou as investigações sobre o caso e tudo leva a ser acertos de contas.

Nas primeiras investigações, a polícia concluiu que os homicídios foram feitos entre 2h a 3h da madrugada. Os nomes das vítimas ainda não foram revelados.

Vereadora é impedida por Barroso de chegar até Flávio e solta o grito

Política
 

Todos que estavam no Encontro de Vereadores e Vereadoras, no dia 30 de março passado, no Multicenter Sebrae, presenciaram a cena ridícula protagonizada pelo homem de Flávio Dino, ou melhor, o homem mais forte do governo comunista, o secretário Barroso.

Uma vereadora de Senador Henrique de La Rocque tentou entregar um documento ao governador assim que ele chegou ao palco no local do evento, no período da tarde. Barroso se prestou como escudo e não a deixou se aproximar. E ainda disse que a vereadora estava querendo bagunçar.

Foi aí que a política gritou bem alto o nome do governador, que lhe fitou e ouviu o seguinte: “quando o senhor esteve na minha casa pedindo votos era diferente. Quando eu votei no senhor apareceu na máquina o seu retrato e não desse seu capanga”.

Ao encerrar seu discurso, Flávio Dino mandou chamar a vereadora e recebeu o documento. E o arrogante e hoje rico Barroso meteu a fuça entre as pernas.

Atualizado às 10h52 – Ouça abaixo o áudio da vereadora confirmando que foi barrada e gritou pelo nome do governador:





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