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Luís Cardoso – Bastidores da notícia

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Senador Roberto Rocha visita Campestre e Estreito

Política / Roberto Rocha
 

O parlamentar visitou os municípios para conversar com as lideranças sobre cada realidade local

 O senador Roberto Rocha esteve, nesta sexta-feira, 21, nos municípios de Campestre e Estreito, na região sul maranhense.

Em Campestre, Roberto Rocha foi recebido na casa do prefeito do município, Valmir Morais, que abriu as portas para a população e lideranças políticas do município.

Ao se pronunciar, o prefeito comentou que foi ao gabinete do senador, em Brasília e que se sentia honrado em receber o parlamentar em Campestre. Na ocasião, Valmir Morais fez a entrega solene de vários ofícios solicitando obras e melhorias para o município.

Ao se dirigir a toda a população presente, Roberto Rocha disse que veio ouvir pessoalmente o prefeito, vereadores e sindicatos para melhor atender região, e recebia com satisfação as reivindicações do gestor municipal.

Em Estreito, o senador Roberto Rocha foi recepcionado pelo Prefeito do município, Cícero Neco, pelo presidente da Câmara de vereadores, Tavanes Firmo, demais vereadores da cidade e a população campestrina. O senador almoçou com as lideranças locais, agricultores e pecuaristas. Em seguida, participou da solenidade de abertura de abertura do 21° aniversário da ATR Leilões.

Ao se pronunciar, o senador informou que já tinha estado em Campestre e que fez questão de estar também em Estreito para conhecer as demandas da região. Na oportunidade informou que foi aprovado no Senado o projeto que inclui a parte ocidental do Maranhão no FNO, dando  acesso ao crédito operado pelo banco da Amazônia. Isso significa linhas de financiamento para os pecuaristas e consequentemente mais investimentos no rebanho.

O senador Roberto Rocha esteve ainda reunido com o prefeito Cícero Neco e os vereadores locais, que apresentaram os problemas do município, e solicitaram apoio do parlamentar para projetos que irão beneficiar a cidade, para o qual obtiveram aceno positivo.

Modelos acusam donos da revista Playboy no Brasil de assédio sexual

Política
 

Folha.com

Oito modelos acusam de assédio sexual dois sócios da editora que publica a revista “Playboy” no Brasil, a PBB Entertainment.

Os empresários André Luís Sanseverino e Marcos Aurélio de Abreu Rodrigues e Silva teriam prometido oportunidades de trabalho, fama e sucesso em troca de fotos nuas e sexo, segundo informações de reportagem deste domingo (24) no “Fantástico”, da TV Globo.

De acordo com a reportagem, o assédio ocorreu após uma festa de relançamento da publicação em agosto de 2016. As modelos haviam trabalhado como personagens clássicas da revista, as “coelhinhas”.

Sob o argumento de que poderia transformar “meninas comuns em grandes modelos ou atrizes”, Sanseverino passou a pedir fotos nuas das modelos, além de insistir com convites para encontros. Rodrigues Abreu teria assediado as modelos durante a festa.

As modelos estão processando os dois sócios e apresentaram na reportagem conversas pelo WhatsApp com Sanseverino.

Os direitos sobre a marca da revista é da empresa americana Playboy Enterprises. A PBB relançou no ano passado a revista “Playboy” após a Editora Abril encerrar a publicação no Brasil em 2015.

Essa empresa foi criada apenas para gerir a revista. Sanseverino já havia feito trabalhos como fotógrafo para a “Playboy” e Rodrigues e Silva é dono de uma empresa de recursos humanos. A empresa ainda tem como sócio o empresário Edson Oliveira.

Em nota, a “Playboy” declarou que “repudia toda forma de desrespeito contra a mulher”. A empresa informou que decidiu pelo afastamento de André Sanseverino, por prazo indeterminado, de qualquer atividade relacionada à revista.

“Acreditamos de forma franca e honesta que ele deverá colaborar para elucidar os fatos até que as denúncias sejam apuradas”, cita a nota.

Jerry Adriani morre aos 70 anos no Rio

Jerry Adriani
 

Ídolo da Jovem Guarda, cantor estava internado no Rio. Em tratamento contra o câncer, ele também havia sido internado recentemente após sofrer uma trombose.

O cantor Jerry Adriani, ídolo da Jovem Guarda, morreu às 15h30 deste domingo (23), aos 70 anos, no Rio. Ele enfrentava um câncer e estava internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste.

A família confirmou a morte do artista ao G1 por telefone. Recentemente, Jerry Adraini havia sofrido uma trombose em uma das pernas. O corpo do cantor será velado no Cemitério Francisco Xavier, no Caju, Zona Portuária do Rio, na manhã desta segunda-feira. O enterro será às 17h, no mesmo cemitério.

Ícone da Jovem Guarda, Jair Alves de Souza nasceu em 29 do janeiro de 1947, no bairro do Brás, em São Paulo.

Adotou o nome artístico de Jerry Adriani quando começou sua carreira como cantor, em 1964. O primeiro disco foi “Italianíssimo”, quando cantava músicas em italiano, algo que seguiu fazendo em toda a carreira.

Em 1965, o cantor passou a gravar em português, com músicas reunidas no disco “Um grande amor”.

Carreira na TV e no cinema

Também na década de 1960, Jerry virou apresentador do programa “Excelsior a Go Go”, da TV Excelsior. O programa coapresentado por Luiz Aguiar era um musical com apresentações de artistas como Os Vips, Os Incríveis e Cidinha Santos.

Outro programa musical que ele comandou foi “A grande parada”, no ar pela TV Tupi em 1967 e 1968. Ele era um dos apresentadores ao lado de Neyde Aparecida, Zélia Hoffmann, Betty Faria e Marilia Pera.

Além da TV, Jerry se aventurou pelo cinema. Ele cantou e atuou em “Essa gatinha a minha” (com Peri Ribeiro e Anik Malvil); “Jerry, A grande parada”; e “Jerry em busca do tesouro” (com Neyde Aparecida e os Pequenos Cantores da Guanabara).

Parceria com Raul Seixas

Jerry Adriani também aproveitou de sua fama para dar apoio a novos artistas. Ele, por exemplo, foi um dos primeiros a incentivar um então pouco conhecido Raul Seixas.

Raulzito e os Panteras atuaram como banda de apoio de Jerry por três anos. O cantor gravou músicas de Raul (”Tudo que é bom dura pouco”, “Tarde demais” e “Doce doce amor”) e foi produzido pelo maluco beleza entre 1969 e 1971.

Depois da TV e do cinema, Jerry tentou a sorte no teatro. Em 1975, participou do musical “Brazilian Follies”, tendo ficado um ano e meio em cartaz.

Após essa experiência, ele seguiu fazendo shows e gravando discos. Em 1985, lançou “Tempos Felizes”, com regravações dos tempos de Jovem Guarda.

No inicio da década de 1990, Jerry se dedicou a um disco sobre as origens do rock, com o nome “Elvis Vive”. Em 1994, participou da novela “74.5 uma onda no ar”, exibida pela TV Manchete. Um ano depois, fez shows para comemorar os 30 anos da Jovem Gurda e participou como convidado especial de uma coletânea do estilo.

Em 1996, voltou à música italiana, com o disco CD “IO”. Em 1997, teve duas músicas em trilhas de novelas da Globo. “Engenho” fez parte da trilha de “A indomada”, e “Con te partiró”, dueto com a italiana Mafalda Minnozzi, foi parar na trilha de “Zazá”.

Versões de Legião Urbana

Também na década de 1990, saiu o disco “Forza Sempre” (1999). O trabalho tinha apenas músicas da Legião Urbana regravadas em italiano.

Foi um dos maiores sucessos da carreira de Jerry Adriani desde os tempos da Jovem Guarda. De acordo com o site oficial do cantor, bateu a marca de 200 mil cópias. De quebra, “Santa Luccia Luntana” foi bastante tocada na novela “Terra Nostra”.

O primeiro DVD da carreira foi gravado em 2007, no Canecão, no Rio. “Jerry Adriani Acústico Ao Vivo” trouxe sucessos e inéditas em formato acústico. Em 2011, lançou o CD “Pop, Jerry & Rock”, incluindo homenagem para Raul Seixas e Tim Maia na música “2012”. A ideia de cantar outros ícones da músicas brasileira e do rock rendeu ainda o show “Jerry toca Raul & Elvis”.

Em 2014, Jerry Adriani completou 50 anos de carreira. Ele seguia em turnê pelo Brasil.

Membros da equipe do governo estadual começaram a fazer campanhas

Política
 

Agora não é mais segredo pra ninguém quem são os nomes da equipe do governo Flávio Dino que estão em campanha buscando mandato eletivo em 2018. No lugar de trabalhar para o desenvolvimento do Maranhão, operam apenas visando votos. Ora, estão espelhados no chefe que luta desesperadamente pela reeleição.

A começar por Flávio Dino, o governo abriu os cofres para propaganda, inclusive na TV Mirante, festeja doação de uniforme escolar, uma tal Bolsa Escola (míseros R$ 51 para cada criança por ano), inauguração de cacimbas, abraços e apertos de mãos em todos, até uma tal Caravana Governo de Todos Nós. Deve ser o governo de todos os dele.

Márcio Jerry, o todo poderoso, avança nos redutos dos políticos com mandatos querendo ser deputado federal a todo custo, talvez para se blindar de complicações futuras. Deve sair como o mais votado para deputado federal, como deseja.

Kleiton Noleto admitiu não ser mais candidato, mas nos últimos tempos tem se mostrado como nunca. Faz selfie naquilo que considera obras e joga pela redes sociais, sempre com o sorriso aberto de quem está informando “olha nós aqui de novo”. Voltou a ser candidato a federal.

Odair José (CCL), ex da atual companheira de Márcio Jerry avança nas bases dos deputados estaduais com a ajuda do homem forte do governo comunista. Nunca se elegeu nem a vereador, mas agora pode emplacar um mandato. É o compromisso de Jerry.

Neto Evangelista estuda a possibilidade de sair para federal, mas é provável mesmo que arrisque na reeleição de estadual com o apoio da sogra Maura Jorge que pode disputar o cargo de governador.

Jefferson Portela age com cautela, mas busca uma vaga de deputado federal sem atropelar os atuais deputados da base. Tem o apoio de Flávio Dino e, por isso, sofre todo tipo de boicote por parte de Márcio Jerry.

Delmo Soares, o homem da Agricultura Familiar se apresenta como mais afoito. Joga sementes nas hortas dos deputados estaduais da base, o que tem causado desconforto ao Palácio dos Leões. Flávio Dino tem recebido inúmeras reclamações.

Lula, com saúde ou sem saúde, ensaia disputar uma vaga de estadual, mas queria mesmo sair federal. Funcionário concursado da Assembleia Legislativa o advogado Lula sabe que um mandato parlamentar resolve muitas coisas para quem dirige uma pasta recheada de denúncias e atropelos.

Felipe Camarão também entrou na roda, mas não quer ir para Brasília. Prefere mesmo uma vaga na Assembleia Legislativa e tem o total apoio do Palácio dos Leões. Desde já sabe que não terá como contar com os votos da maioria dos professores.

Marcelo Tavares também tem sido alvo de reclamações por invadir o território alheio. Mas não é afoito e nem de briga.

Márcio Jardim trabalha desde 2015 por um mandato. Sempre desejou ser deputado federal, mas deve disputar o cargo para o Parlamento Estadual. Imagina que terá os votos dos estudantes.

Duarte Júnior (Procon) é um homem inteligente e sabe aproveitar a mídia. É um dos que mais trabalham no atual governo.

Simplício Araújo começou a fazer política agora em 2017 para voltar à Câmara Federal, ms tem o trabalho vigiado pelos olhares mais arregalados dos Leões. Já esteve na corda bamba.

 

 

Durante temporal forte, raio atinge casa a mata três no interior do Maranhão

Política
 

Por volta das 15h da tarde de ontem chovia muito forte na cidade de Cachoeira Grande, mas precisamente no povoado Riacho Doce. Inesperadamente, uma descarga elétrica atingiu uma residência, matando três pessoas, incluindo uma grávida de oito meses.

Dona Mariete, que estava grávida e mais dois filhos menores dela morreram no local por causa da forte descarga. O marido dela, conhecido como Valdir, também foi atingido e foi transferido com uma senhora idosa para o Socorrrão II. Seu estado inspira cuidados. .

Há quase 40 dias, Vanessa Coimbra Silva estava fazendo tratamento nos cabelos com o uso de um aparelho para chapinha. Também chovia fortemente quando um raio caiu e matou a jovem.

Neste inverno os temporais são comuns em Cachoeira Grande, assim como em toda a região do Munin. Por isso, não é aconselhado o uso de aparelhos que exigem energia elétrica e celulares que atraem os raios. É bom também evitar banhar na chuva, ficar em lugar descampado, montanhas, rios e mares.

 

 

Cerca de 70% dos inquéritos abertos por Fachin envolvem pagamento de caixa dois

Política
 

Em parte dos inquéritos que tratam de caixa dois, os delatores especificam que os recursos estavam de alguma forma ligados a uma contrapartida, como futuros contratos com o Poder Público. Na maioria dos casos, a empreiteira esperava conseguir obras de saneamento básico


Pelo menos 23 inquéritos apuram acusações de pagamento de propina para facilitar contratos e licitações da Odebrecht com o poder público

Dos 81 inquéritos abertos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, 71%, ou 58 inquéritos, tratam de acusações de pagamento de caixa dois, recursos não contabilizados pela Justiça e pagos a partidos e políticos a pretexto de campanhas eleitorais.

Já os 29% restantes (23 inquéritos) envolvem acusações de pagamento de propina para facilitar contratos e licitações da empreiteira Odebrecht com o poder público ou para aprovar medidas em tramitação no Congresso Nacional que beneficiariam a construtura.

Em parte dos inquéritos que tratam de caixa dois, os delatores especificam que os recursos estavam de alguma forma ligados a uma contrapartida, como futuros contratos com o poder público. Na maioria dos casos, a empreiteira esperava conseguir obras de saneamento básico.

O ex-diretor da empreiteira Alexandrino de Alencar afirmou, em delação, que o objetivo com os pagamentos de caixa dois e também com doações oficiais era o crescimento do grupo Odebrecht.

“Na minha atividade o relacionamento político era fundamental para o desenvolvimento desse trabalho que visava o crescimento das empresas do grupo bem como trazer benefícios. E meu público-alvo nisso eram partidos políticos, políticos, agentes públicos. Sempre alinhado com a sistemática de contribuições financeiras e eleitorais”, explicou o ex-executivo.

Também em delação, o ex-presidente do grupo e herdeiro da empresa, Marcelo Odebrecht, explicou que muitas vezes o caixa dois tinha como objetivo esconder de outros políticos o repasse de recursos para determinados candidatos.

“Eu estimo que ¾ das campanhas do Brasil eram [financiadas por] caixa dois. Às vezes você gostaria, para facilitar, de doar mais oficial, daria menos problema. Mas e a referência que você cria? Imagine a gente doar 2 milhões de reais para uma candidatura ao governo do Acre. Imagine quanto é que criaria de expectativa para um candidato a governador de São Paulo. Então, a questão do caixa dois virou um ciclo vicioso”, explicou o ex-presidente da Empreiteira, hoje preso pela Lava Jato.

Além das investigações sobre caixa dois, os inquéritos investigam também o pagamento de propinas para manter ou conseguir contratos com o poder público. Em 18 inquéritos, os pagamentos não eram associados às campanhas, mas eram ligados diretamente a licitações, como as obras de hidrelétricas no Rio Madeira, na região amazônica.

Há ainda cinco inquéritos que investigam o suposto pagamento de propina para editar medidas e projetos que beneficiariam a Odebrecht e aprová-los no Congresso Nacional. Como exemplo, a Medida Provisória 613, de 2013, que reduziu o pagamento de impostos do setor químico e da produção de etanol, trazendo ganhos ao grupo empresarial.

Os inquéritos abertos no Supremo Tribunal Federal investigam 108 pessoas, entre elas, oito ministros do governo, 24 senadores, 39 deputados federais e três governadores.

Expoema: Flávio Dino é o rei das contradições

Política
 

Da coluna Estado Maior

Assim como vem sendo mostrado, o governador Flávio Dino (PCdoB) é bom em contradições. E lá vai mais uma: o comunista anuncia agora parceria do Governo do Estado com a Associação de Criadores na realização da Expoema. Isso ocorre depois de ele dificultar a realização da feira ano passado ao pedir o Parque Independência (local que ocorria o evento) para uma grande ação na área de habitação, que nunca se concretizou.

“Um dos anúncios feitos na reunião de ontem: em parceria com a Associação dos Criadores, faremos juntos a maior Expoema da nossa história”, disse o governador.

Essa declaração do comunista vai totalmente de encontro ao que ele disse em junho do ano passado também pelas redes sociais. Diante da polêmica da devolução ao Estado do Parque Independência, Dino disse que a Expoema é um evento privado e não do governo.

“A versão de que o ‘governo acabou com a Expoema’ é absurda, inclusive porque se trata de evento privado, não governamental”, escreveu, à época, o governador.

Mas como rei das contradições e como é ano pré-eleitoral – em que tudo é válido – não tem importância para o comunista e seus adoradores mudarem de postura. Agora o governo pode sim fazer a Expoema.

Assim como nomeação de parentes pode em nome do amor e fazer contrato de aluguel de imóveis (aluguel camarada) com membros do partido do governador. Assim como pode usar tráfico de influência para obter informações privilegiadas.

Na nova república do Maranhão, que teve início em janeiro de 2015, se for pelo projeto de poder de Flávio Dino, tudo pode.

Contradições, denúncias não apuradas de irregularidades no governo, perseguições a adversários e prática bem diferente do discurso fazem parte da rotina do governo comunista.

Operação Turing: empresários negam sofrer extorsão de blogueiros…

Política
 

Depoimentos de Antonio Barbosa, da Dimensão Engenharia, e Pedro Ricardo Aquino, da Classi Segurança, desdizem a acusação da Polícia Federal, que resultou, inclusive, na prisão e condução de alguns titulares de blogs

 

Grampo do grampo
Delegados sustentaram operação em grampos telefônicos, desmentidos pelas supostas vítimas

Os empresários Antonio Barbosa de Alencar, da Dimensão Engenharia, e Pedro Ricardo Aquino, da Classi Segurança, negaram, em depoimento na Polícia Federal, qualquer tipo de extorsão sofrida pelos blogueiros indiciados na Operação Turing, promovida em março pela própria PF.

Ricardo Aquino depôs no dia 29 de março, segundo registro às folhas 1055/SR/PF/MA, que compõem o inquérito 021/2016; Barbosa, por sua vez, prestou depoimento em 31 de março.

A afirmação da PF, de que os blogueiros extorquiam empresários e políticos, é a base fundamental da investigação da Operação Turing.

Não sei, não conheço…
Antonio Barbosa da Dimensão Engenharia garantiu nunca ter sido procurado por blogueiros

Barbosa declarou ipsis literis que não acompanha blogs e que não conhece ou mantém relação de amizade com nenhum dos blogueiros citados.

– Reafirma nunca foi procurado por blogueiros e que não tomou conhecimento de nenhuma publicação ou investigação – diz trecho do depoimento de Barbosa.

Alheio total
Ricardo nega ter qualquer contato com qualquer blogueiro

O dono da Classi disse, por sua vez, que conhece os blogueiros – e outros do Maranhão – apenas através das postagens na internet. E nega que algum deles tenha feito qualquer tipo de pedido de aporte financeiro.

– Nunca teve contato com Luis Pablo, seja pessoalmente, seja por telefone. Que nunca houve pedido de dinheiro em qualquer oportunidade. Que nunca deu ou lhe foi pedido qualquer tipo de vantagem – disse o empresário.

Toda a argumentação da Polícia Federal para pedir a prisão e a denúncia contra os blogueiros se baseia em conversas telefônicas entre os próprios blogueiros. O inquérito, inclusive, surgiu de um outro, aberto para investigar esquema de corrupção envolvendo um outro policial federal, na Secretaria de Administração Penitenciária do governo Flávio Dino. (PCdoB).

A PF já ouviu – ou deve ouvir – também políticos , incluídos por ela própria na lista de supostas vítimas de extorsão.

São nomes como o ex-prefeito de Cururupu, Júnior Franco, e de Bacabeira, Reinaldo Calvet.

Mas esta é uma outra história…

Estudante transmite ao vivo o próprio suicídio no Facebook motivada pelo jogo Baleia Azul

 

A adolescente Ana Vitória Sena, cometeu suicídio por afogamento, se jogou da ponte do Juazeiro, no Rio São Francisco. A garota iniciou sessões de automutilação ao vivo pela Facebook, avisando aos amigos que queria morrer.

“É tão bom morrer aos poucos, né? “Disse. No momento em que ela inicia a sessão de cortes profundos no próprio pulso, “amigos” pedem para que ela não faça nada e alguns dizem que moram na mesma rua que a adolescente, mas ninguém se moveu para ir até a casa dela.

Vitória após transmitir ao vivo o início da própria morte, se atira no rio São Francisco. A adolescente foi encontrada já sem vida por pescadores.

O suicídio de Ana Vitória está ligado ao “Baleia Azul”. No aparelho celular dela foram encontradas diversas mensagens ligando a menina ao jogo. A família relata que ultimamente ela andava triste e mau humorada.

Brincadeiras macabras não são novas, mas desviamos atenção das causas

Política
 
Divulgação
Painel pintado por alunos do 4º ano de medicina da uSP no subsolo da faculdade; umespaço exclusivo aos estudan.
Painel pintado por alunos do 4º ano de medicina da USP no subsolo da faculdade
 Por Luis Francisco Carvalho Filho
Folha.com

 

Autoridades e médicos mobilizam o noticiário e as rede sociais em torno de tema desconcertante e cercado de mistérios que a humanidade ainda não decifrou, o suicídio.

Baleia Azul é o nome de um jogo que circula entre jovens: um “curador” lança 50 desafios sucessivos e monitorados para os participantes, como escrever siglas na palma da mão, cortar o braço com lâmina, assistir a filmes de terror, ferir os lábios, subir no telhado e se dependurar, não falar com ninguém o dia todo, até o derradeiro, tirar a própria vida.

Originário da Rússia, o jogo sinistro chegou ao Brasil. Como o Código Penal pune a instigação e o auxílio ao suicídio com pena de dois a seis anos de reclusão, aplicada em dobro quando a vítima é menor de idade, delegados de polícia procuram eventuais vínculos com tentativas recentes de jovens em alguns Estados.

Vídeo do prefeito Rafael Greca (PMN), de Curitiba, alerta para os perigos desta “praga moderna”, capaz de capturar adolescentes. Quer o envolvimento da Polícia Federal e o cuidado protetor de famílias e escolas. A delegada do Rio de Janeiro responsável pelas investigações locais fez apelo dramático aos pais: “Caso notem um comportamento diferente, que procurem a polícia o mais rápido possível”.

Na série “13 Reasons Why”, recentemente lançada pela Netflix, a jovem personagem deixa fitas gravadas dando conta das 13 razões pelas quais ela se mataria. Romantiza o assunto, faz sucesso e gera controvérsias.

Psiquiatras têm entendimentos diversos. Para Luís Fernando Tófoli, da Unicamp, pais e educadores devem estar cientes de que a série “tem o potencial de causar danos a pessoas emocionalmente fragilizadas”. Diz não ser absurdo considerar que, em alguns casos, possa induzir ao suicídio e que pessoas em situação de risco devem ser desencorajadas a assisti-la.

Daniel Martins de Barros, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, recomenda a precaução de todos, mas reclama do não aproveitamento do “gancho para discutir seriamente o suicídio” e da criação de “pânico em torno de um seriado, de um jogo, de uma moda qualquer”, que não são culpados pelos acontecimentos. Pergunta se o adolescente seria tão estúpido a ponto de se matar porque o jogo mandou.

Brincadeiras macabras não são novidade e a roleta russa é apenas um exemplo. Adolescentes sofrem e adquirem, sim, comportamentos diferentes e, no século 21, a taxa de suicídio entre jovens tem viés de alta. Censurar o seriado e prender os “curadores” do jogo Baleia Azul resolveriam o problema?

Temos o hábito de desviar para as coisas a atenção que deveria se direcionar para as causas.

Em virtude do apelo emocional das mensagens de autoridades, como se estivéssemos na iminência de que algo pudesse acontecer em qualquer lugar e a qualquer momento, e do próprio sentimento de impotência gerado pelo descontrole instantâneo da internet, pode-se estimular ainda mais a curiosidade desassistida, os conflitos geracionais e a assombração virtual.

É caso de polícia? Aquele que tenta acabar com a própria vida, jovem ou adulto, não tem nas delegacias, sem preparo profissional e focadas na investigação burocrática, a porta de entrada adequada para o acolhimento médico que necessita.





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